Adesivo fecha buraco no coração sem cirurgia; veja como
Pesquisadores de quatro renomadas instituições médicas da Boston, nos Estados Unidos, desenvolveram uma técnica inédita para fechar buracos no coração sem a necessidade de uma cirurgia invasiva. É a tecnologia mais uma vez em favor da humanidade.
Um catéter equipado com luz ultravioleta e levando um adesivo biodegradável é introduzido nas veias do paciente e guiado até o coração. Uma vez que chega ao seu destino, o dispositivo ativa o revestimento adesivo, inflando uma espécie de balão e reparando os buracos. A luz ultravioleta ativa a cola do adesivo na parede do coração. Por fim, o médico esvazia os balões e remove o catéter.
As vantagens são grandes: o coração não precisa parar de bombear sangue para ser reparado e o seu tecido não precisa ser cortado, o que pode evitar complicações e tornar o procedimento mais simples. Com o tempo, por ser biodegradável, o adesivo se dissolve e simplesmente desaparece, não deixando qualquer material estranho no corpo.
No ano passado, cardiologistas do Hospital Infantil de Boston anunciaram a criação do remendo adesivo inovador para selar buracos no coração. Agora a técnica através do catéter é mais uma revolução na medicina graças ao avanço da tecnologia.
Atualizado dia 26/10/2015
Adolescentes criam preservativo que muda de cor ao detectar DST

Estudantes ingleses da Isaac Newton Academy, em Londres, desenvolveram um preservativo inteligente que é capaz de detectar doenças sexualmente transmissíveis. Os jovens, com idades entre 13 e 14 anos, contam que o projeto, que recebeu o nome de S.T.EYE, conta com anticorpos que se prendem às bactérias comuns às DSTs, fazendo com que as cores da camisinha sejam alteradas dependendo da enfermidade encontrada.
“Queríamos fazer algo que tornasse a detecção de DSTs prejudiciais mais segura, para que as pessoas possam tomar ações imediatas na privacidade de seus próprios lares, sem os procedimentos invasivos de médicos”, explica Daanyaal Ali, de 14 anos, um dos criadores da ideia. “Nós estamos certos de que podemos trazer tranquilidade aos usuários e garantir que as pessoas possam ser ainda mais responsáveis do que no passado”.

O projeto ganhou o prêmio principal de inovação em saúde do TeenTech Awards, premiação que promove a ciência, a engenharia e a tecnologia nas escolas. O prêmio dos jovens é de £ 1.000 (cerca de R$ 4.800) e uma viagem para o Palácio de Buckingham.
Por enquanto, o preservativo é apenas um conceito.
Via WSJ
Atualizado dia 10/10/2015
Pesquisadores trabalham em pílula que substitui exercício físico

Pesquisadores da Unidersidade de Sidney, na Austrália, e da Universidade de Copenhagen, na Dinamarca, estão trabalhando na criação de um comprimido que tenha o mesmo efeito no corpo que a prática de exercícios. Para chegar ao resultado, os cientistas utilizaram uma técnica conhecida como espectromia de massa para mapear exatamente o que acontece durante o a atividade física. Os resultados mostraram que a prática intensa de exercícios pode alterar mais de mil moléculas do corpo, que influenciam em diversas áreas do corpo, antes não ligadas à prática.
"O exercício produz um conjunto extremamente complexo, em cascata, de respostas dentro do músculo humano. Ele desempenha um papel essencial no controle do metabolismo energético e sensibilidade à insulina”, afirma Nolan Hoffman, um dos autores do estudo.
"Este é um grande avanço, já que dá aos cientistas informações sobre como desenvolver uma drogra que imite as verdadeiras mudanças benéficas provocadas pelo exercício físico", explica Hoffman. A maior parte dos medicamentos com esse fim utilizados atualmente tem como alvo as moléculas individuais, mas o estudo mostra que é preciso traçar um plano mais abrangente.
Para os pesquisadores, a ideia é desenvolver pílulas que possam ajudar pessoas que não podem se exercitar, como vítimas de derrame e pessoas com partes do corpo amputadas. "Quero deixar bem claro que não há nenhuma pílula que substitua uma rotina de exercícios. Durante a prática de atividades físicas, o ritmo cardíaco sobre, o sangue flui mais rápido...nenhuma pílula faria isso. Mas, para grupos específicos, o medicamento pode ser algo importante".
Atualizado dia 06/10/2015
O que acontece com o seu cérebro ao receber uma notificação? Surpreenda-se
Quem vê a Daiane assim, tranquila, concentrada, soltando a voz, mal imagina o tamanho da ansiedade que existe dentro dessa menina.
Se cantando ela consegue esconder um pouco o jogo, toda essa ansiedade é escancarada quando ela recebe uma notificação no smartphone.
Agora, quantos de nós não faz exatamente a mesma coisa, hein!? Mas, o que será que acontece com o nosso cérebro quando recebemos uma notificação? Você arriscaria dizer? Por que será que a gente simplesmente não consegue ignorar aquele barulhinho e sai logo correndo para ver o que nos espera o mais rápido possível? Tem gente que acha normal; ou diz que não faz isso. Mas fique sabendo, estudos comprovaram e – acredite – a verdadeira sensação ao receber uma notificação no smartphone é de... bem-estar; prazer!
Para quem nunca ouviu falar, a dopamina é o neurotransmissor responsável pela sensação de prazer...
Em um vídeo recém-divulgado na internet, o professor David Linden, da Universidade Johns Hopkins Medicine, explica que o prazer que o cérebro humano sente ao receber uma notificação é comparável ao prazer de apostar em um jogo de roleta. Ainda que a mensagem possa trazer um conteúdo nem tão animador, a antecipação é sempre boa. A ansiedade em ler o conteúdo é o que leva dopamina ao seu cérebro e acaba causando o vício.
Essa sensação de prazer não é unânime. Claro, pode acontecer com qualquer um, mas a intensidade depende do grau em que a pessoa está ligada com a tecnologia – neste caso, principalmente o smartphone. Quanto mais grudado com o dispostivo, maior a ansiedade e consequentemente, maior o prazer.
O problema, como sempre, está no excesso. Pode fazer mal e até virar doença - vício. Receber notificações no celular o tempo todo atrapalha a concentração, o foco e até a linha de raciocínio de um indivíduo, por mais multitarefa que ele se julgue. Segundo uma pesquisa da Universidade da Flórida, as notificações recebidas nos dispopsitivos móveis são capazes de desviar nossa atenção mesmo quando não as visualizamos. E essa série de distrações podem ter consequências ruins tanto na nossa vida pessoal quanto profissional.
A questão é mesmo dosar o comportamento, antes que seja tarde demais. Adote estratégias para que a avalanche de notificações não interfira nas atividades do seu dia a dia como, por exemplo, desligar celular em momentos oportunos e até limitar o número de aplicativos que enviam notificações com luz e som no seu dispositivo.
Atualizado dia 22/08/2015